A poda é uma medida de luta cultural com a qual se procura promover o equilíbrio das plantas, sendo também importante na prevenção de problemas fitossanitários.
Quando nos deparamos com um cenário idêntico ao da foto, é sinal que algo falhou no controlo das infestantes da vinha. Para evitar que tal aconteça é necessário fazer um bom planeamento da intervenção e eleger o meio de controlo mais adequado.
A poda é uma operação fundamental na gestão da cultura da vinha. Quando bem executada, a poda promove boa orientação na ocupação do espaço, a preservação do vigor e longevidade das cepas, e contribui para uma produção regular e de qualidade.
Nas vinhas que já atingiram a fase de pintor, a susceptibilidade dos cachos aos ataques de míldio diminui. No entanto, não nos podemos esquecer que os ataques de podridão cinzenta vão ser possíveis até à vindima.
A cigarrinha verde foi referenciada como praga da vinha na região do Alentejo, no final da década de 80 (Séc. XX). Desde então, este inseto picador sugador, alastrou a outras regiões vitícolas do país e é considerada atualmente inimigo-chave da cultura.
As doenças do lenho da videira são uma ameaça à produção estável em vitivinicultura e a sua incidência tem vindo a agravar-se nas últimas três décadas em todas as regiões vitivinícolas mundiais.
Desde os primeiros surtos em vinhas europeias, epidemias de Flavescência Dourada, uma doença causada por um fitoplasma, têm sido associadas à introdução de um inseto vetor norte-americano, Scaphoideus titanus.
Uma lei do governo francês permitirá às autoridades forçar os produtores e agricultores a parar com o uso da pulverização de pesticidas em vinhas perto de cidades.
Os morcegos costumam ser associados a mitos ou lendas, como dos vampiros, mas são "amigos" do agricultor na Herdade do Esporão, no Alentejo, para ajudar a combater pragas de insetos nas vinhas, num projeto inovador em Portugal.
Os robôs estão a chegar às vinhas portuguesas. Diversos parceiros tecnológicos, universitários e empresariais juntaram-se para desenvolver um robô para apoio à vitivinicultura na região do Douro.
Um aumento da temperatura média anual entre 0,7 e 3 graus centígrados até final do século colocará a região do Alentejo com temperaturas semelhantes às do Norte de África, onde simplesmente não há vinha.