Promover a biodiversidade pode ser um caminho sustentável para ampliar a oferta de alimentos no mundo, principalmente a produção vinda de pequenos agricultores.
Um grupo de investigadores testou na quinta-feira, em Oliveira do Hospital, as propriedades de uma planta medicinal, a calêndula, que também pode enriquecer a comida e contribuir para atenuar a escassez de alimentos no mundo.
As provas de que a Terra entrou numa nova era geológica devido ao impacto da atividade humana já são "arrasadoras", segundo um novo estudo elaborado por uma equipa internacional de cientistas liderada pela Universidade de Leicester (Inglaterra).
Apontada por especialistas como um indicador biológico de desequilíbrio ambiental, a apicultura tem se mostrado sensível a fenómenos meteorológicos, o que estaria ligado ao declínio da população de abelhas observado recentemente em vários países.
E se pudéssemos cultivar alimentos deliciosos, ricos em nutrientes, em interiores, em qualquer parte do mundo? Caleb Harper, diretor do CitiFARM no MIT Media Lab, quer mudar o sistema de alimentação através da ligação entre os produtores e as novas tecnologias.
A importação global de alimentos deve diminuir em 2019, mas os países mais pobres e vulneráveis não serão os principais beneficiários, de acordo com um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).
Um conjunto de peritos mundiais, reunidos durante a exposição de Milão, chegou à conclusão de que os alimentos enriquecidos podiam ser uma parte da solução para a subnutrição que existe no Mundo.
Um estudo desenvolvido pelo instituto norte-americano World Resources Initiative (WRI) explica que um quarto da agricultura mundial está em áreas que sofrem de um intenso stress hídrico, ou seja, em que a procura de água supera, largamente, a oferta.